Chegamos ao post 3 dos conteúdos sobre Corpo em Viagem, onde contamos tudo sobre a minha busca por uma vida mais saudável.
Se você chegou por aqui agora e não entendeu muito bem do que estamos falando, leia o post 1 – Cansaço constante e falta de energia e o post 2 – Composição corporal feminina, antes de seguir a leitura deste conteúdo.
Bom, vamos ao tema de hoje…
Depois do diagnóstico, uma coisa ficou muito clara: eu não precisava de uma dieta da moda. Eu precisava de estratégia.
Não era apenas sobre emagrecer, era sobre recomposição corporal. Ou seja, reduzir gordura, aumentar massa muscular e restaurar o equilíbrio metabólico.
E isso precisaria respeitar três pontos fundamentais:
- Nossa rotina intensa de viagens.
- Minhas limitações físicas (principalmente coluna).
- Minhas particularidades como mulher neurodivergente.
Foi exatamente aí que a Dra. Carol Moraes estruturou um plano individualizado pra mim.
Recomposição corporal: por que ela é diferente de emagrecimento
Quando falamos em emagrecimento tradicional, geralmente estamos falando de reduzir peso na balança. Mas, recomposição corporal é diferente.

Ela significa perder gordura e ganhar massa muscular ao mesmo tempo. Isso pode, inclusive, não gerar uma grande mudança no peso total, mas, transformar completamente o corpo, o metabolismo e a disposição.
No meu caso, o foco não era apenas reduzir percentual de gordura. Era recuperar massa muscular, sair do quadro inicial de sarcopenia e reativar meu metabolismo.
Afinal, eu precisava voltar a ter energia para viver e viajar mais e melhor.
Estratégia alimentar: o básico bem executado
O primeiro pilar do plano da Dra Carol Moraes, que atua com direcionamento para saúde metabólica, performance e composição corporal foi a alimentação.

Nada de dieta restritiva extrema, nada de cortar grupos alimentares sem necessidade. E muito menos, eu tendo que cozinhar por horas e mais horas. Confesso que cozinha não é um lugar que me atrai muito rs.
O meu plano alimentar foi estruturado para:
- Corrigir deficiências nutricionais identificadas nos exames.
- Aumentar ingestão proteica para recuperação muscular.
- Reduzir inflamação.
- Manter constância mesmo durante viagens.
E principalmente: respeitar minhas questões sensoriais e seletividade alimentar.
Porque plano bom é plano possível de se executar, né?
Atividade física: exercícios adaptados
Quero começar esse tópico dizendo uma coisa super importante: eu odeio musculação.
Mas, também precisei admitir que sedentarismo não é negociável.
A estratégia da Dra Carol, não foi me tornar uma atleta da noite para o dia. Mas, inserir estímulo muscular progressivo, respeitando meus problemas de coluna e minha rotina de viagens.
Até porque, ganhar massa muscular é essencial para:
- Aumentar metabolismo basal
- Reduzir flacidez
- Melhorar postura
- Prevenir avanço da sarcopenia
- Diminuir gordura corporal
E, consequentemente, melhorar estética de forma saudável.

Relutei muito, queria permanecer somente na natação, mas, entendi que naquele estágio, a minha saúde pedia mais do que 40 minutos na piscina.
Suplementação: embasamento científico
Os exames também mostraram que eu estava com déficit nutricional. Então, a Dra Carol, definiu o plano de suplementação com base nas informações que o meu próprio corpo estava trazendo.

O objetivo era:
- Corrigir carências nutricionais
- Auxiliar recuperação muscular
- Melhorar disposição
- Apoiar equilíbrio hormonal e metabólico
O que mais gostei na Dra Carol é que ela sempre é muito humana e sincera ao conduzir as consultas. Em momento algum ela tentou me trazer atalhos ou estratégias que facilitariam o meu caminho.
Ela sempre deixou muito claro que a minha saúde era o mais importante e que iríamos cuidar de tudo com calma, tranquilidade e responsabilidade.
Resultados: quando o plano é o ideal
Em apenas 2 semanas de tratamento eu voltei para fazer mais uma bioimpedância e contar para a médica como eu estava me sentindo.
E aqui eu digo com toda certeza e confiança: quando o plano é personalizado, baseado em dados e desenvolvido por um especialista responsável, os resultados começam a aparecer.
Perdi 2 quilos de gordura e ganhei os mesmos 2 quilos de massa muscular. A balança não alterou absolutamente nada, mas eu já comecei a ver os resultados na composição corporal e esse é só o começo.
Nessas duas primeiras semanas, eu também já comecei a sentir: mais disposição, menos inchaço, melhora no intestino, mais clareza mental, mais energia para treinar e trabalhar.
Claro que vendo esse resultado, fiquei ainda mais motivada para continuar firme e forte com essa rotina mais saudável, né?
Tratamentos estéticos: será que eles serão necessários?

Aqui entra um ponto importante de falarmos.
Quando a composição corporal começa a melhorar, a estética melhora junto.
Porém, em alguns casos, protocolos estéticos podem ser aliados inteligentes. Especialmente para tratar gordura localizada e flacidez, que são duas das minhas maiores queixas.
Eu entendi que saúde e estética caminham juntas, sendo que uma não substitui a outra.
Primeiro estamos organizando o interno. Depois vamos potencializar os resultados focando no externo.
E é nesta fase que entrará toda a expertise da Dra Mel Diniz, com seus protocolos exclusivos, que combinam bioestimuladores, radiofrequência, lipolaser e remodelação glútea.
No próximo post do Corpo em Viagem, eu vou contar como meu corpo está respondendo a esse plano, se foram necessários ajustes e se já atingimos os objetivos para poder iniciar com os procedimentos estéticos.
Partiu para uma vida mais saudável?


